quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Um cupcake para chamar de seu... aceita?

Só lembrando que essas gostosuras não são de comer, são os lançamentos da Shiboneteria!
Quer ganhar? Então corre lá no blog da Shi e descubra!
Para acessar os links é só clicar no escritinho em azul, =)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Começa a mudança

Calma, que ainda não fui embora de casa! Dada a largada para a mudanças no blog. A meia hora atrás eu troquei 1752384 vezes o funto e o loyout, e naaaada de gostar, no fim das contas mudei a cor e tirei umas imagens... entre outars mudanças...
Como tirar o Mão Feita dos links do blog, uma tristeza as meninas terem parado o blog, mas para você que desceu na terra e ainda que ver o que ficou clica Aqui!
Mas também revi blog que fazia muito tempo que não lia.
Então logo mais deixo esse perregue aqui mais agradável aos olhos, enquanto revezo com gavetas a arrumar, livros a empacotar...

sábado, 7 de janeiro de 2012

dica da tia ká

Nunca, eu disse NUNCA misture Adele - someone like you, com desânimo num sábado chuvoso, muito menos olhe pelo vidro as gotinhas de chuva. Pior que misturar bebida e direção. Fatal inevitavelmente.
Não misture, não. Fica a dica

Unha.. de natal...?!

Assunto mais velho que andar pra trás... mas eu vou colocar aqui sim, porque o blog é meu e daqui ninguém em tira lero lero lero
Esse rosa da impala parece só mais un dos 145837962 rosas existentes no mundo. Mas não é. É lindo e viciante! É o garota pop, da Impala, cloeção disco.

Porque as vezes dá certo!

Como na véspera de ano novo, em que nãoi avisei ninguém que faria o bolo.... sem pressão, sem aberração da culinária, simples assim!

Ps: e comoe stou longe de engar pessoas humanas, que assim como eu, não sabem fazer um glace decente, esse do bolo é aquele de caixinha, que vc só acrescenta leite gelado e bate por 15798359874541 minutos, e dá ponto! Raaaaaaaaaaaaaa!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Anomalias da Culinária - eu sou boa nisso

Sou a melhor das melhores do mundo em fazer caquinhas com a comida quando preciso levar a algum lugar. A pressão sempre queima uma parte de um bolo, ou não faz crescer, ou sei lá o que. E não seria o filhodamae espírito natalino que tornaria isso diferente. Quis fazer um brigadeirão pra levar na casa da avó do meu namorado. O bichinho deu certo... até  a hora desenformar. E olha que coisa linda:
 Isso porque eu dei uma "melhorada" e remodelada com uma colher! Nem se eu tivesse feito embaixadinhas com ele, jogado pela janela, ou atropelado, estaria num estado tão deplorável!
Resumo: não foi para a casa da avó do namorado, porém todo mundo achou gostoso.
ps: e o namorado disse que tinha gosto de danete, vai entender!

Não perca no próximo episódio: dica de como deixar seu bolo medonho numa batida só!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Calma, que eu estou com pressa!

Muita coisa pra pensar, muita coisa pra resolver. Mas percebo que estou mutilando minhas férias em micropedacinhos de angustias, que mais tarde só se transformarão em arrependimento.
Então a partir de hoje viverei intesamente as férias! Mentira, falo isso isso pra vocês acreditarem em mim e me chamar pra

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

diário de bordo

Eu olho para escrivaninha empilhada de coisas. A cadeira com roupas penduradas. O sofá "provisório" que acabou virando ninho de bagunça. A cama que deveria caber duas pessoas, mas mal cabe meu corpo e meu sono conturbado. Um guarda roupa de seis portas, seis portas que não cabe nada, aliás nada meu, pois lençois, vestidos longos e casacos do tempo das múmias são muito bem recebidos. Um violão com uma corda estourada, um ventilador que não funciona direito, um criado mudo com marcas de copos e copos, nele um relógio que me mostra que deveria estar dormindo ao invés de jogar frases num bloco de texto do bloger. E um espelho, cheio de marquinhas de dedinhos e boquinhas da vaidosa menina que me chama de "thjiaaa". Acima um mural de fotos, sem fotos, com recortes de revistas, recados, poemas, que nos meus sonhos deveria ser carregado de fotos de viagens, com mesas infinitas de amigos rindo, imagens de finais de semana com a familia inteira reunida, com fotos da minha fuça sem serem tiradas por mim.
É uma tensa mescla de realização com impotência. Algumas coisas tão cuidadosamente adquiridas com o tempo, enquanto outras se esvaem sem nem ao menos ter chego.
Eu sinto falta de tudo isso, já, sem nem mesmo perder, eu sinto falta do temeperamento dos móveis, do que aconteceu em cada um deles, e não de sua simples matéria.
Sinto falta de vários rostos que passram em fotos pelo mural. Rostos que tempos atrás significaram muito. Bichos de pelucia que enfeitavam o quarto, cama de solteiro cheia de folhas com cifras de músicas e muita pureza no coração.
Não é o medo, não é solidão, nem mesmo tpm. É só um vazio úmido e escuro, que escorre em noites assim, é um "nada específico" misturado com um "jaja passa"
Na verdade é mais " vai dormir, que isso vai ajudar"

Episódio aleatório

Eu me pergunto quantos homens, e até mulheres, no mundo não desejaram chegar tarde da noite em casa e encontrar uma baita gata em sua cama. Comigo foi assim. Só que literalmente. Porque quase tudo da minha vida ocorre literalmente.Nesse caso, ainda bem.
Foi numa das ultimas noites de novembro que tive aula na faculdade.
Eu cheguei e ela estava ela. O mesmo fucinho rosa que eu via todas as noites nos ultimos 7 anos. Sim ela era velha, mas o pelo branco sempre ajudou a enganar todo mundo, parecia ter 2 anos.
 De zica em zica, como sempre, a câmera de casa tinha feito greve de funcionamento e não tinha como fotografa-la de forma decente. Então liguei no notebook e usei a web cam para bater fotos dela.
Elas estava largada sobre meus dois travesseiros, uma pata esticada para cada lado. Era engraçado e por isso eu quis fotografar.
No outro dia parecia até besteira o que eu tinha feito, mas hoje eu vejo que foram as ultimas fotos que tive dela.
 O fato que eu ainda sinto uma falta absurdo de acordar de madrugada xingando por ter quie abrir a porta que ela arranhava sem parar. Falar "sua cachorra, sai de cima da minha blusa preta", e todos os diálogos sem sentidos que acompanhavam.
Eu fico repassando as 25 fotos tiradas em sequência daquela noite. Cliando rápido ganha forma de filme, e parece que ela está se mexendo, preguiçosa para ver o que eu estou fazendo, é uma forma de estar presente, eternizar, ou simplesmente afastar dias  e pensamentos ruins.
Faz uma falta absurda.